segunda-feira, 9 de julho de 2012
Mystique Résidence - Parte Três
domingo, 8 de julho de 2012
Mystique Résidence - Parte Dois
terça-feira, 3 de julho de 2012
Mystique Résidence - Parte Um
sábado, 30 de junho de 2012
Isto é que vai um trinta-e-um
Quando decides a tua mente, quando fazes as malas e te preparas para embarcar e tomar um novo rumo, de repente, quase sempre, tudo desmorona. As incertezas voltam, os medos de que não seja o melhor a fazer. As memórias do caminho que te levaram onde estás agora, e que, ironicamente, é esse o caminho que neste momento pretendes abandonar. Mas não abandonar por completo, apenas fazer um pequeno desvio.
Abanas novamente a cabeça na esperança de retirar os pensamentos menos bons, como se fosses uma criança que acredita que eles te vão voar pelos ouvidos, mas eles não voam assim tão facilmente, eles não voam de maneira nenhuma, por mais força que empregues ao chocalhar o teu crânio, a tua, cada vez mais, caveira.
Agora dói-te o cérebro, e páras. Estás com tonturas, sentas-te. Ficas com vómitos, sentes o teu estômago às voltas, reparas que na tua face escorre água salgada, primeiro uma gota, depois outra, depois aos pares, e ainda antes de te dar vontade de as limpares já desiste da ideia pois o fluxo de lágrimas é igual ao da fonte de sangue que jorra do teu coração.
Sem a ajuda de ninguém conseguiste espetar uma faca bem afiada mesmo no centro do teu peito, os ossos para ti são agora uma mentira, os músculos inexistentes e os sentimentos são tudo o que te resta. O teu intelectual já não te é tão claro como pensavas há meia hora atrás, e o caminho de tijolos amarelos reluzentes que vias é agora um riacho poluído e curvilíneo. Largas as malas, baixas os braços, olhas para os teus pés, notas que estão lamacentos, estão totalmente sujos com uma pasta castanha e mole. Será que a consegues malear? Não, obviamente que não. Não deixes que a estupidez te leve a acreditar que podes utilizar essa coisa nojenta para concretizar o teu caminho! Sabes ao menos como isso foi aí parar? Não pois não? Então pára! Já chega...
Basta de ilusões que não te levam a lado nenhum, ainda não te cansaste de acreditar que a tua vida é realmente tua? Agora apercebes-te de que a tua vida não é tua, de que é apenas fruto das circunstânceas, que o teu rumo é uma espécie de destino que estreita e encurta consoante a luta que ofereces, e pensas, de ti para ti, que não há já muito a fazer, deixar andar é aquilo que pressentes ser o melhor.
Agora sim, jogas as mãos à cara para te limpares e secares, mas já vens tarde, não tens a cara molhada, o líquido já secou, quer à superfície quer por baixo dela, o punhal cravado prependicularmente ao teu tronco já começa a apodrecer. O tempo esgota-se.
Mexe-te! Move esse cu flácido e gordo dái! CORRE! O tempo esgota-se. Olhas em volta mas não vês nada, cegaste! És invisual e invisível para ti mesmo. O tempo esgota-se. Pensas que se não vês o mundo o mundo também não te vê a ti, tentas fugir, esbarras contra a parede, até podes fugir mas não te podes esconder, e pelo andar da carruagem nem fugir consegues. Estás prestes a morrer e o tempo esgota-se.
Queres deixar coisas para trás, queres manter outras. Queres evoluir mas tens medo de partir, medo de fugir, medo de sorrir, medo de te ver e medo de sentir. Tens medo que o tempo se esgote antes de tomar a tua decisão, e agora sentes a pressão nos teus ombros, a carga é enorme, foge, foge, foge, corre, acelera o passo, acelera o pensamento e faças o que fizeres não olhes para trás, pois o Passado vai estar sempre a olhar para ti, a chamar-te de volta e se te voltares vais sucumbir. Corre cabrão, corre. O tempo esgota-se. Pões o teu boné virado para trás, como fazias com 10 anos, fechas os olhos com força e abres com ainda mais força, fazes força com os pés no chão que é agora de terra batida na esperança de teres um óptimo impulso para o que aí vai, fazes força a cerrar os punhos com força. O tempo esgota-se. Escorregas, cais, toda a força que fizeste desvanece numa nuvem de gás com os teus pensamentos. O Tempo esgotou-se.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Dá-me a mão e vamos passear
Um beijo ao meu passado, e um obrigado por me ter feito em quem sou hoje.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Desafio
Pequeno grande desafio, corrigir todos os erros no texto seguinte:
Iço das peçoas dizerem cos jovens nãm sabem escrever é tudo muito bonito mas nãm tem muinta curespondensia com a rialidade. Primero porqe escrevemos com forme no zé em si nado, depois porqe nãm fas mal cuando no zenganamos, qer tenhamos boas ou más cõmpuzissões paçamos sempre dano, logo a partir daí tamos relachados. E mais, vemos eros em tudo cuanto é sítio, principalmente nos oregãos so cumunicassão çossial, como a tevê e os jornais, já para nãum falar na publissidade.
Depois à tamém a maneira como ençinão o abêcêdário, eu sêmpre aprêndi qe o gê é gê e não jê, eu digo qe tenho um gato, não tenho um jato. Otra, eu poço fazer um pacto com o diabo, nãum é um pato, pato é com aros. Abrão o zolhos e vejão o mal qe tão a fazer agente.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Novo Website
É simplesmente um site onde colocamos algumas reviews, ou fotografias, ou músicas, ou simplesmente aquilo que quisermos, no fim das contas o site é nosso!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Big Mash Potato Update
Dentro de poucas horas a nova página vai estar virada, e a vida de um alentejano em Lisboa armado em survivor começa. Mas antes um pequeno ketchup!
Já passou a marca dos 14 meses e ainda dura, se bem que pouquinho, a fase de recuperação da operação a que fui submetido para a remoção de um sinus pilonidal, e as Crónicas de um Sem-nalga ainda correm! Tristeza, mas desde que não volte ao mesmo tá-se bem.
Depois, temporada no Verão a trabalhar in Algarve, ya, dois mesitos em terras de sul de Portugal a vender tabaco para ver se o país encolhe em população, sem esquecer do jornalito com as notícias fresquinhas nos dias quentes!
Provas da ESTC, fui à fase de pré-selcção, passei à la rasquinha mas por motivos de força maior não pude realizar as de selecção. Better luck next year mo-fo|
E assim se faz um resumosito dos últimos meses, a partir de hoje é viver em Lisboa, e dar-lhe no duro!
Oh! já me olvidaria de uma das coisas mais fantásticas deste período! O lançamento da minha primária obra literária (sim isso mesmo) de teor poético (leram bem sim) que incluí poemas dos que aqui vos apresento. O lançamento está para breve, esperem por novidades nas próximas semanas!
Com carinho me despeço, e bom dia, boa tarde, ou boa noite consoante a hora em que me estiverem a ler ;)
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Perras, Guillermo Ríos (2011)
Um filme estranho que fala acerca de não se sabe bem o que, nem como e muito menos quando. É um daqueles filmes que só no fim as coisas fazem sentido, mas até aí tudo bem, agora nem no fim as coisas fazem sentido! Claro, percebe-se a ideia do filme, mas há demasiada coisa, maior parte desnecessária! Salvava-se uma hora e meia dizendo logo que personagem “x” faz isto, e pronto, hora e meia de filme em cinco minutos. Mas também não quero passar a ideia de que ficaria melhor como curta (se bem que ficaria). O melhor deve ser ver a peça de teatro na qual o filme é baseado (há muita coisa que gostaria de ver como fazem em palco, a não ser, claro está, que não apareça no original!). Não recomendo o filme a quem não goste de filmes demorados, com pouca acção. Não recomendo o filme a quem se impressione facilmente e não tão facilmente mas ainda assim um pouco de forma simples. Não recomendo o filme a quem não goste de perder tempo. Não recomendo o filme a quem seja homem ou mulher, maiores ou menores de dezoito anos. E Principalmente não recomendo o filme a quem não goste de ficção espanhola. Ideia geral, não recomendo o filme a não ser a curiosos, a muito, muito curiosos (e mantenham em mente que a curiosidade matou o gato). Devo ter ouvido “pinche” e “puta” mais vezes que em toda a minha vida (e já não foram poucas as vezes que as ouvi, especialmente a segunda). Não querendo ser totalmente mau, há uma ou outra coisa interessante, mas não sei porquê não me recordo… De 0 a 10, 3 é justo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
0% Hilariante
Hang In There by ~OnishiHakuma on deviantART
Conversa Entre Caninos by ~OnishiHakuma on deviantART
E de onde estas vieram muitas mais hão de vir! MWAHAHahah...ahahah...ah...ah...
domingo, 8 de maio de 2011
Mutante Lacrimoso - O Culminar Da Contradição

Um projecto que quer expandir horizontes e conquistar ouvintes, algo que os curioso não vão querer perder e quem odei não vai deixar de criticar! Para acabar com as dúvidas basta clicar no link e seguir as instruções! -> LINK
sábado, 9 de abril de 2011
Uma Letra Vale Mais Que Mil Palavras
Aniquilei qualquer sentido de responsabilidade
Tentei escapar à minha seriedade
A esperar alguma felicidade
Reneguei o que sabia ser certo
Intriguei-me acerca do feito
Não esperei qualquer compreensão
Aonde fui fui em vão
Assim peço pelo perdão
Mesmo sabendo que o não terei
Ontem era um dia diferente
Temos muito que ter em percepção
E ainda assim nada é sem um senão
sábado, 19 de março de 2011
Tantas Tangas
O alcoól da bebida gaseificada transforma o ar numa droga
As almas que rodeiam o morto tornam-se facas e objectos de assassínio
Da mesma forma que o morto jaz imóvel
Indivíduos Contemporâneos, Números Grandes Aos Milhares
As aprendizagens são parte do ser uno. Certo
A essencia não aparece do nada. Correcto.
A imaginação trata-se de mera inexperiência. Semi-verídico.
Um indivíduo nada mais é que um número. Errado.
Cabe ao próprio indivíduo permitir que tal aconteça, pois apenas se se esforçar é que tal acontece, porque mesmo que não em grande quantitade, há contemporâneos para os quais o indivíduo é mais que um número, e o número desses indivíduos é tão grande quanto o de contemporâneos.
Aldeia Das Sombras
De contos e fabulas cantada
Escondida entre a serra e a planície
Um vale roto e esquecido
Uma triste consequência geográfica
Vítima de maravilhosas catástrofes
Tecnicamente esporádica
Casa de deliquentes
Poderosos e descontentes
Senhores do nada
Complicações vividas despreocupadas
Cabelos brancos ganhos em vão
Na demência de uma ilusão
No caminho custoso de um ser caminhante
Uma luz que brilha mas não guia
Um final de linha encoberto na penumbra
Uma ilha longe de tudo
A aldeia das sombras
segunda-feira, 7 de março de 2011
Reviews E Let's Play(s)!
O primeiro trata-se de uma serie de reviews a jogos do sucesso sociovirtual facebook, podem clicar aqui e procurar a Lista de Reprodução denominada "Playing facebook".
Em seguida, e também ainda no começo, sugiro-vos uma serie de Let's Play (abreviado LP) onde podemos ver jogos nostálgicos jogados de uma ponta à outra, basta carregar aqui e escolher o que mais vos agradar.
Deixo-vos aqui os primeiros episódios de ambas as series: