The story I’m going to tell
It’s not about something you can sell
It is about happiness and sorrow
It is about the fear for tomorrow
He was sorry once
Then he was sorry again
She was sorry once
Then she was sorry again
They both broke boundaries
In search for new glories
They both stood on their ground
Without ever making a sound
Believing that the sun rises every day
Banishing the darkness away
They both wanted to be with each other
They would suffer and they wouldn’t bother
Now again sharing time and space
He is She and She is He
Their love is their only disgrace
After all they’ve fallen from grace
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
PARABÉNS CLÁUDIA
(já passam alguns minutos do dia em que mais um ano completaste, mas enfim, pardon moi)
Numa palavra: ofalhançodofosfóroapagado, nunca te esqueças dele (sim fiquei com uma fixação yDD)
Numa palavra: ofalhançodofosfóroapagado, nunca te esqueças dele (sim fiquei com uma fixação yDD)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Deixa Lá, Crise De Meia-Idade
Isto... Isto é um espaço meu...certo?
Um espaço onde posso ser eu, fazer o que quero e o que gosto...fazer o que preciso...certo?
Onde posso escrever quando preciso de falar com alguém...certo?
Mas não tenho ninguém com quem falar... Apenas tenho este bocado de espaço para escrever...
Posso? Escrever aqui? Vão ler? E se lerem, vão querer saber?
Ah... Não importa, vou escrever na mesma, esta introdução de perguntas retóricas não fez qualquer tipo de sentido...
Insegurança... Desejo de ter o que se tem mesmo depois de já se ter tido o que se tem... Ter... Ter o quê? Ter-te...a ti... A ti? Sim...a ti...
Bolas... Esqueci-me da frase chave que me fez querer escrever isto... Enfim, pode ser que me lembre dela... Bolas... Esqueci-me...de te dizer...que te amo... Mas...
...
...
Será que amo? Amo mesmo? Ou é apenas um engano do meu espírito? Um acto de cobardia, esconder-me em ti, com medo de não alcançar o que não tenho... Sei lá se é... "Amo-te", aparentemente tão fácil de se dizer, tão sobrevalorizado, tão... Sei lá... Sei lá... Sei...que só sei...que o que sei...o sei...e que talvez saiba...que o que sabia...ainda sei...ou talvez não...talvez tenha deixado de um saber uns quantos saberes atrás...
"Esvazia a tua caneca, tem-la cheia, se a encheres mais irá transbordar"
Mas cheia de quê? De sonhos quebrados? De ilusões perdidas? Não...
Cheia de quê então? Cheia de...nada... É tudo o que tenho...nada... Sei que não, mas na minha maneira doentia, e muito pouco iluminada, goste de, talvez goste de, pensar que sim. Faz-me mais forte? Sei lá. Faz-me maior? Sei cá. Faz-me melhor? Não sei. Faz-me eu? Talvez... Talvez o faça, ou talvez me deite ainda mais abaixo... Deitado tenho estado eu nestes últimos dias, e em baixo...deixo de estar uma vez por outra... E desta? Esta passou. E da próxima? A próxima não vai passar... Vai passar-nos ao lado, de lágrimas nos olhos, limpando-as com um lenço negro de sangue... Que fiz eu para te perder? Que fiz eu para me perder? Que fiz eu para sentir que te perdi? Que nos perdi? Que...quando me perdi...perdi tudo? Mas...quando me perdi? Perdi o que era meu? Ou devolvi o que outrora pedira emprestado? É a minha alma! Por que porra estou a discutir o paradeiro da minha alma?! Ela está aqui. Aqui. Bem dentro de mim, querendo voar, sentindo-se presa, como...uma vez mais...e sempre... Perco-a? Sim...se largar a mão... E destruo-a? Sim...se baixar os braços... Lembras-te de mim? Quando fores velhinha, desdentada e coxa...lembras-te de mim? Quando eu já há muito tiver partido...lembras-te...do que é viver? Do que é doer?...e do que faz doer...e do que vale a pena sinta dor por...e do que...já não será...do que...já foi...do que...talvez...ainda seja...?
Limpa a cara, lava o teu rosto...a este ponto também eu já estou...por dentro, lavado em mercúrio... Por fora, exactamente igual. Pávido, sereno, branco como a neve, com os olhos penetrantes como o gelo em que outrora me envolvi, o cabelo...esse...constante mudança...mas...todo eu...sou constante mudança... Sei lá... Não perguntes isso... Mas penso que...talvez...sim, talvez não...
Fraquejei...sou fraco... Protestante hipócrita do mundo das máscaras, envolto nelas, tão bem aconchegado numa alcofa de linho e mentiras, um berço de ouro com corações quebrados cravados, roupa...em 2ª ou 3ª mão, assim como eu, assim como...sempre... Cara de pau, lata imensa, timidez falsa, perversidade certa... Descrito por bocados de calçada mais sabedores que todos nós, mais...detentores da verdade...
Em mim piso, em ti já não venero... Medo, é o que comanda esta minha desordem. Medo de que a história antiga se repita, medo de que ditados populares não estejam errados, medo...mas medo...de quê? De ti...de mim...deles...delas...de nós...dos outros...de todos...de ninguém...já disse do futuro? E do passado? Terei anteriormente referido o presente? Se o fiz, nessa altura não era futuro? E agora não é passado? Então o passado é presente e o presente é futuro fazendo do passado presente... É isso que me atormenta... O passado ser futuro... E o futuro ser passado não me mete menos medo...
Um pequeno e indefeso bebé, sim, o sou...
Um espaço onde posso ser eu, fazer o que quero e o que gosto...fazer o que preciso...certo?
Onde posso escrever quando preciso de falar com alguém...certo?
Mas não tenho ninguém com quem falar... Apenas tenho este bocado de espaço para escrever...
Posso? Escrever aqui? Vão ler? E se lerem, vão querer saber?
Ah... Não importa, vou escrever na mesma, esta introdução de perguntas retóricas não fez qualquer tipo de sentido...
Insegurança... Desejo de ter o que se tem mesmo depois de já se ter tido o que se tem... Ter... Ter o quê? Ter-te...a ti... A ti? Sim...a ti...
Bolas... Esqueci-me da frase chave que me fez querer escrever isto... Enfim, pode ser que me lembre dela... Bolas... Esqueci-me...de te dizer...que te amo... Mas...
...
...
Será que amo? Amo mesmo? Ou é apenas um engano do meu espírito? Um acto de cobardia, esconder-me em ti, com medo de não alcançar o que não tenho... Sei lá se é... "Amo-te", aparentemente tão fácil de se dizer, tão sobrevalorizado, tão... Sei lá... Sei lá... Sei...que só sei...que o que sei...o sei...e que talvez saiba...que o que sabia...ainda sei...ou talvez não...talvez tenha deixado de um saber uns quantos saberes atrás...
"Esvazia a tua caneca, tem-la cheia, se a encheres mais irá transbordar"
Mas cheia de quê? De sonhos quebrados? De ilusões perdidas? Não...
Cheia de quê então? Cheia de...nada... É tudo o que tenho...nada... Sei que não, mas na minha maneira doentia, e muito pouco iluminada, goste de, talvez goste de, pensar que sim. Faz-me mais forte? Sei lá. Faz-me maior? Sei cá. Faz-me melhor? Não sei. Faz-me eu? Talvez... Talvez o faça, ou talvez me deite ainda mais abaixo... Deitado tenho estado eu nestes últimos dias, e em baixo...deixo de estar uma vez por outra... E desta? Esta passou. E da próxima? A próxima não vai passar... Vai passar-nos ao lado, de lágrimas nos olhos, limpando-as com um lenço negro de sangue... Que fiz eu para te perder? Que fiz eu para me perder? Que fiz eu para sentir que te perdi? Que nos perdi? Que...quando me perdi...perdi tudo? Mas...quando me perdi? Perdi o que era meu? Ou devolvi o que outrora pedira emprestado? É a minha alma! Por que porra estou a discutir o paradeiro da minha alma?! Ela está aqui. Aqui. Bem dentro de mim, querendo voar, sentindo-se presa, como...uma vez mais...e sempre... Perco-a? Sim...se largar a mão... E destruo-a? Sim...se baixar os braços... Lembras-te de mim? Quando fores velhinha, desdentada e coxa...lembras-te de mim? Quando eu já há muito tiver partido...lembras-te...do que é viver? Do que é doer?...e do que faz doer...e do que vale a pena sinta dor por...e do que...já não será...do que...já foi...do que...talvez...ainda seja...?
Limpa a cara, lava o teu rosto...a este ponto também eu já estou...por dentro, lavado em mercúrio... Por fora, exactamente igual. Pávido, sereno, branco como a neve, com os olhos penetrantes como o gelo em que outrora me envolvi, o cabelo...esse...constante mudança...mas...todo eu...sou constante mudança... Sei lá... Não perguntes isso... Mas penso que...talvez...sim, talvez não...
Fraquejei...sou fraco... Protestante hipócrita do mundo das máscaras, envolto nelas, tão bem aconchegado numa alcofa de linho e mentiras, um berço de ouro com corações quebrados cravados, roupa...em 2ª ou 3ª mão, assim como eu, assim como...sempre... Cara de pau, lata imensa, timidez falsa, perversidade certa... Descrito por bocados de calçada mais sabedores que todos nós, mais...detentores da verdade...
Em mim piso, em ti já não venero... Medo, é o que comanda esta minha desordem. Medo de que a história antiga se repita, medo de que ditados populares não estejam errados, medo...mas medo...de quê? De ti...de mim...deles...delas...de nós...dos outros...de todos...de ninguém...já disse do futuro? E do passado? Terei anteriormente referido o presente? Se o fiz, nessa altura não era futuro? E agora não é passado? Então o passado é presente e o presente é futuro fazendo do passado presente... É isso que me atormenta... O passado ser futuro... E o futuro ser passado não me mete menos medo...
Um pequeno e indefeso bebé, sim, o sou...
domingo, 21 de março de 2010
18
18 anos, maioridade, woo....hoo...
É no dia em que completam 18 anos de existência que as pessoas grandes chegam ao pé de vocês e vos dizem "bem-vindo ao mundo dos adultos" e cada um de nos responde "pois".
Atingi hoje esse limiar, o limiar em que aos olhos da sociedade se deixa de ser uma criança para se passar a ser um adulto, assim, do dia para a noite. Até que sabe bem, os olhos das pessoas mudam de expressão, não são mais aqueles olhos maioritariamente doces, de desculpa, ou até mesmo de desprezo ou pena, agora olham simplesmente com um ar desafiador, como se fossemos todos "concorrência". É-nos transmitido que a calma de outros dias permanecerá no passado e que daqui para a frente será sempre a piorar, querem mentalizar-nos de que muito dificilmente vamos ser alguém na vida, e de que os nossos problemas de agora são nada comparados com os que espreitam a cada esquina. Mas o que muita gente não sabe é que adoro um bom desafio, e que agora já posso jogar o jogo da vida com todos os dados.
Muito bem adultos, bem-vindos ao meu mundo!
É no dia em que completam 18 anos de existência que as pessoas grandes chegam ao pé de vocês e vos dizem "bem-vindo ao mundo dos adultos" e cada um de nos responde "pois".
Atingi hoje esse limiar, o limiar em que aos olhos da sociedade se deixa de ser uma criança para se passar a ser um adulto, assim, do dia para a noite. Até que sabe bem, os olhos das pessoas mudam de expressão, não são mais aqueles olhos maioritariamente doces, de desculpa, ou até mesmo de desprezo ou pena, agora olham simplesmente com um ar desafiador, como se fossemos todos "concorrência". É-nos transmitido que a calma de outros dias permanecerá no passado e que daqui para a frente será sempre a piorar, querem mentalizar-nos de que muito dificilmente vamos ser alguém na vida, e de que os nossos problemas de agora são nada comparados com os que espreitam a cada esquina. Mas o que muita gente não sabe é que adoro um bom desafio, e que agora já posso jogar o jogo da vida com todos os dados.
Muito bem adultos, bem-vindos ao meu mundo!
sábado, 13 de março de 2010
Quando Perguntam Eu Respondo
Alguém me perguntou "Sentes falta do passado?", e eu respondi "Não do passado, mas da simplicidade deste"
Por vezes ainda chega ao meu pensamento aquelas imagens de anarquia infantil, de tempos pacíficos e inocentes, onde a maldade era um mito e onde personalidades originais reinavam. Três amigos-irmãos que tudo tiveram e que agora nada têm, e tudo porquê? Por ninharias que se transformaram, com o passar do tempo, em gigantescas quimeras destruidoras de sonhos e esperanças.
Serei tolo em, às tantas, dar demasiada importância ao passado? Não é este que, afinal de contas, faz de nos quem somos? Então porquê apagá-lo? Porquê renegá-lo? Porque não vivê-lo? Se é passado não pode mal fazer, tudo o que nele se encerra já foi feito e não poderá ser repetido. Aguardar com carinho que novos dias virão, mas guardando aquele sentimento masoquista de que esses dias possam trazer algumas influências do passado. "Lembras-te da tua cara de anjo? E das tuas partidas de criança perdida?" Que tal largarmos a faca e abraçarmo-nos, uma vez em muito tempo, sem nos magoarmos mutuamente? Sim eu sei que sou uma pessoa com ideais demasiado utópicos e que o único a voar mais baixo que o chão serei eu, reconheço também que a entidade que me retira do buraco para depois me mandar para dentro dele novamente não é nada mais nada menos que a minha própria personalidade e que, possivelmente, nada mais a vós vos intriga, nem o porquê nem o como...
Um pequeno sonho protagonizado por uma pequena criança, não abandonada mas perdida... Um pequeno sonho que traria um grande sorriso... Um pequeno sonho, o único que não se tornaria num pesadelo... Um sonho que libertaria o passado e revolucionaria o presente... Um pequeno sonho que retornaria toda a grandiosidade daquilo a que uma vez chamámos amizade...
Por vezes ainda chega ao meu pensamento aquelas imagens de anarquia infantil, de tempos pacíficos e inocentes, onde a maldade era um mito e onde personalidades originais reinavam. Três amigos-irmãos que tudo tiveram e que agora nada têm, e tudo porquê? Por ninharias que se transformaram, com o passar do tempo, em gigantescas quimeras destruidoras de sonhos e esperanças.
Serei tolo em, às tantas, dar demasiada importância ao passado? Não é este que, afinal de contas, faz de nos quem somos? Então porquê apagá-lo? Porquê renegá-lo? Porque não vivê-lo? Se é passado não pode mal fazer, tudo o que nele se encerra já foi feito e não poderá ser repetido. Aguardar com carinho que novos dias virão, mas guardando aquele sentimento masoquista de que esses dias possam trazer algumas influências do passado. "Lembras-te da tua cara de anjo? E das tuas partidas de criança perdida?" Que tal largarmos a faca e abraçarmo-nos, uma vez em muito tempo, sem nos magoarmos mutuamente? Sim eu sei que sou uma pessoa com ideais demasiado utópicos e que o único a voar mais baixo que o chão serei eu, reconheço também que a entidade que me retira do buraco para depois me mandar para dentro dele novamente não é nada mais nada menos que a minha própria personalidade e que, possivelmente, nada mais a vós vos intriga, nem o porquê nem o como...
Um pequeno sonho protagonizado por uma pequena criança, não abandonada mas perdida... Um pequeno sonho que traria um grande sorriso... Um pequeno sonho, o único que não se tornaria num pesadelo... Um sonho que libertaria o passado e revolucionaria o presente... Um pequeno sonho que retornaria toda a grandiosidade daquilo a que uma vez chamámos amizade...
Cabeleireira viola assaltante!
Uma notícia retirada do seguinte endereço: "Endereço aqui, clica-me! ahahahah"
"Um assalto a um cabeleireiro na Rússia está a mobilizar a polícia. O crime envolve o assaltante e a cabeleireira do estabelecimento assaltado, avança o jornal G1.
A cabeleireira, identificada como Olga, de 28 anos, viu o seu salão invadido por um homem na passada terça-feira, dia 14. Olga, experiente em artes marciais, conseguiu dominar Viktor, de 32 anos, e levou-o para uma sala reservada, segundo o site «life.ru». A cabeleireira utilizou um secador de cabelo para obrigar o assaltante a render-se e acabou por o prender. No entanto, não chamou a policia.
Olga obrigou o assaltante a tomar Viagra para depois abusar dele várias vezes durante os dois dias seguintes.
Quando foi libertado, o assaltante dirigiu-se ao hospital para curar o pénis «magoado» e depois à esquadra para registar queixa contra a cabeleireira que, por sua vez, só no dia seguinte registou queixa contra Viktor por assalto.
No entanto, a história confunde-se ainda mais porque a policia não consegue ter a certeza sobre quem é o verdadeiro criminoso deste caso de assalto que terminou em «violação».
"Um assalto a um cabeleireiro na Rússia está a mobilizar a polícia. O crime envolve o assaltante e a cabeleireira do estabelecimento assaltado, avança o jornal G1.
A cabeleireira, identificada como Olga, de 28 anos, viu o seu salão invadido por um homem na passada terça-feira, dia 14. Olga, experiente em artes marciais, conseguiu dominar Viktor, de 32 anos, e levou-o para uma sala reservada, segundo o site «life.ru». A cabeleireira utilizou um secador de cabelo para obrigar o assaltante a render-se e acabou por o prender. No entanto, não chamou a policia.
Olga obrigou o assaltante a tomar Viagra para depois abusar dele várias vezes durante os dois dias seguintes.
Quando foi libertado, o assaltante dirigiu-se ao hospital para curar o pénis «magoado» e depois à esquadra para registar queixa contra a cabeleireira que, por sua vez, só no dia seguinte registou queixa contra Viktor por assalto.
No entanto, a história confunde-se ainda mais porque a policia não consegue ter a certeza sobre quem é o verdadeiro criminoso deste caso de assalto que terminou em «violação».
quarta-feira, 3 de março de 2010
Alma Omnipoderosa
Fúria! Desespero!
Céu cinzento e nuvens negras
Chuva ácida e tristeza maior
Gente deprimente, triste continuamente
Vento frio e cortante
Sangue sai pelos cortes semi-abertos
Sociedade plena de enganos e toxinas
Ninguém verdade fala
Apenas gritam palavras sem nexo
Assim como eu, assim como vós
Podres e tristes almas
Preto no branco
Somente a preto e branco
Um mundo monocromático
De amor e mágoa
De ódio e agonia
Felicidade retorcida de um ser amalgamado
Vivencias de um sonho
Desprezo de um alguém maior
Alma omnipoderosa
Céu cinzento e nuvens negras
Chuva ácida e tristeza maior
Gente deprimente, triste continuamente
Vento frio e cortante
Sangue sai pelos cortes semi-abertos
Sociedade plena de enganos e toxinas
Ninguém verdade fala
Apenas gritam palavras sem nexo
Assim como eu, assim como vós
Podres e tristes almas
Preto no branco
Somente a preto e branco
Um mundo monocromático
De amor e mágoa
De ódio e agonia
Felicidade retorcida de um ser amalgamado
Vivencias de um sonho
Desprezo de um alguém maior
Alma omnipoderosa
Versos Soltos De Um Pirata Perdido
Sim fugirei
Farto de sempre estar presente para vós
Em retorno estáis ausentes para mim
Que será de meu fado tempestuoso
Esperarei até assistir ao final
Numa nau navegarei mil nós
Anseando pelo dia em que partirei
Mas partirei de espírito fogoso
Se me perguntardes para one irei
Responderei sim
Fugirei
Farto de sempre estar presente para vós
Em retorno estáis ausentes para mim
Que será de meu fado tempestuoso
Esperarei até assistir ao final
Numa nau navegarei mil nós
Anseando pelo dia em que partirei
Mas partirei de espírito fogoso
Se me perguntardes para one irei
Responderei sim
Fugirei
Sem Título
Muitos se atrevem a pensar
Poucos se atrevem a dizer
Dizer o que realmente se pensa
O que se pensa verdadeiramente
E não o que querem que seja pensado
Tristeza de quem não o faz
Alegria dos carrascos deste reino
Reino tirano e cruel
Reino poderoso e decrépido
Reino da sociedade
Poderosos os que mandam
Podres os que são mandados
Preversidade nos olhos alheios
Persuasão nas suas mãos
Podridão nos seus corações
Malícia pantanosa envolvedora
Mestra e aprendiz das areias movediças
O pasto que alimenta os criadores
Inferno imposto aos impostores
Vida repleta de horrores
Poucos se atrevem a dizer
Dizer o que realmente se pensa
O que se pensa verdadeiramente
E não o que querem que seja pensado
Tristeza de quem não o faz
Alegria dos carrascos deste reino
Reino tirano e cruel
Reino poderoso e decrépido
Reino da sociedade
Poderosos os que mandam
Podres os que são mandados
Preversidade nos olhos alheios
Persuasão nas suas mãos
Podridão nos seus corações
Malícia pantanosa envolvedora
Mestra e aprendiz das areias movediças
O pasto que alimenta os criadores
Inferno imposto aos impostores
Vida repleta de horrores
terça-feira, 2 de março de 2010
Mudar O Passado? Antes Viver O Presente
Why the hell did we wind up like this, and why weren't we able to see the signs that we missed and try to rutn the tables?
Não quero dizer que esteja mal, não estou, simplesmente há música que nos faz pensar e ver que somos, na realidade, meia dúzia de pássaros cegos em busca de uma única minhoca...
Tanta gente que se queixa, bem ou mal, com ou sem razão, de tudo e todos, mas quem tem a coragem, quem tem os colhões para se levantar e fazer a diferença, não aos outros mas a si mesmo? Ninguém, zero, nicles! Não ha uma única pessoa que pragueje depois de se opor activamente. É mais fácil mandar vir do que agir, é mais fácil ver a vida passar do que vivê-la. Mas cheguei a uma conclusão (e sim, vou falar de mim porque isto até é o meu blog, ahah), que não é que ninguém ainda não tenha chegado mas enfim, mais vale viver a vida enquanto se é vivo, aquando da altura da morte não se vai viver nada. Mais, se é para haver arrependimento, que haja por algo que se fizera e não por não ter feito algo. São apenas estes dois padrões que regem a minha vida e que, através desta escrita, os passo para vós "irmões".
Não quero dizer que esteja mal, não estou, simplesmente há música que nos faz pensar e ver que somos, na realidade, meia dúzia de pássaros cegos em busca de uma única minhoca...
Tanta gente que se queixa, bem ou mal, com ou sem razão, de tudo e todos, mas quem tem a coragem, quem tem os colhões para se levantar e fazer a diferença, não aos outros mas a si mesmo? Ninguém, zero, nicles! Não ha uma única pessoa que pragueje depois de se opor activamente. É mais fácil mandar vir do que agir, é mais fácil ver a vida passar do que vivê-la. Mas cheguei a uma conclusão (e sim, vou falar de mim porque isto até é o meu blog, ahah), que não é que ninguém ainda não tenha chegado mas enfim, mais vale viver a vida enquanto se é vivo, aquando da altura da morte não se vai viver nada. Mais, se é para haver arrependimento, que haja por algo que se fizera e não por não ter feito algo. São apenas estes dois padrões que regem a minha vida e que, através desta escrita, os passo para vós "irmões".
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Padre Metaleiro - Parte 2
Quando deitado na maca do hospital, já mais morto que vivo, sinto o meu corpo a flutuar, uma sensação de bem estar, de paz. Quero gritar mas não consigo, quero exprimir-me de qualquer maneira, mas não consigo. Nem um som, nada, zero... Prefiro morrer a ficar paralizado e eternamente calado neste estado de vegetação permanente.
Morro por dentro ao ver a chuva cair e os meus pensamentos a desvanecer, já não pertenço mais a este mundo, e parto, parto feliz, parto triste, parto livre mas preso, parto mas fico...
Dias depois levam-me dquele local já tão familiar para me enfiarem dentro de um caixão. Basicamente encaixotaram-me, como se fosse mexilhão. Três passos em frente, dois passos para ao lado, o caminho directo para a igreja. Já no meu funeral oiço mulheres que choram forçadamente e crianças que correm pela igreja, cheias de energia. De repente, vejo uma luz enorme e oiço uma voz “TU NÃO PERTENCES AQUI! VOLTA PARA CASA!” e ao acabar de ouvir isto berro o mais alto que posso, dou uma pancada com toda a minha força no caixão e este abre-se. Todos olham para mim, estavam a fazer o funeral de um morto e, do nada, este voltou a vida. Chamaram-me monstro, fantasma, acusaram-me de desrespeito a tudo e todos, correram-me à porrada não só da igreja mas também daquela região. Vi-me obrigado a procurar uma vida fora dali, mas todos os dias falava com a Divindade, aquela que me havia salvado dos sete palmos de terra.
Quando cheguei a uma localidade um pouco estranha, pequena e muito amável, percebi que aquela localidade era uma espécie de refúgio para todos os que tinham sido abandonados e obrigados a deixar as suas vidas. Percebi que algo faltava naquela pequena mas tão grandiosa localidade, um local de culto, uma espécie de igreja que venerasse a vida, a Divindade da vida. Fundei uma igreja com esse fim e tornei-me padre. Missas cantadas em Death Metal cujas letras veneram a vida, toda a localidade se tornou seguidora, e somos felizes.
Morro por dentro ao ver a chuva cair e os meus pensamentos a desvanecer, já não pertenço mais a este mundo, e parto, parto feliz, parto triste, parto livre mas preso, parto mas fico...
Dias depois levam-me dquele local já tão familiar para me enfiarem dentro de um caixão. Basicamente encaixotaram-me, como se fosse mexilhão. Três passos em frente, dois passos para ao lado, o caminho directo para a igreja. Já no meu funeral oiço mulheres que choram forçadamente e crianças que correm pela igreja, cheias de energia. De repente, vejo uma luz enorme e oiço uma voz “TU NÃO PERTENCES AQUI! VOLTA PARA CASA!” e ao acabar de ouvir isto berro o mais alto que posso, dou uma pancada com toda a minha força no caixão e este abre-se. Todos olham para mim, estavam a fazer o funeral de um morto e, do nada, este voltou a vida. Chamaram-me monstro, fantasma, acusaram-me de desrespeito a tudo e todos, correram-me à porrada não só da igreja mas também daquela região. Vi-me obrigado a procurar uma vida fora dali, mas todos os dias falava com a Divindade, aquela que me havia salvado dos sete palmos de terra.
Quando cheguei a uma localidade um pouco estranha, pequena e muito amável, percebi que aquela localidade era uma espécie de refúgio para todos os que tinham sido abandonados e obrigados a deixar as suas vidas. Percebi que algo faltava naquela pequena mas tão grandiosa localidade, um local de culto, uma espécie de igreja que venerasse a vida, a Divindade da vida. Fundei uma igreja com esse fim e tornei-me padre. Missas cantadas em Death Metal cujas letras veneram a vida, toda a localidade se tornou seguidora, e somos felizes.
O Padre Metaleiro - Parte 1
Quando decidi seguir vida através da religião nunca pensei vir a ser aquilo que sou hoje. Pensei que talvez tivesse que deixar toda a minha vida para trás, família, amigos, paixões, tudo! Mas afinal não, no fim de contas continuo a ter uma vida extremamente igual à que tinha antigamente.
Mas para que não fiquem mais confusos com a minha história vou passar a explicá-la.
Botas de biqueira de aço, calças pretas justas, t-shirt preta com o símbolo dos Misfits, colete de ganga escura, pulseiras de picos, coleira de picos, mohawk colorido, era esta a minha figura com 15 anos. Vocalista numa banda de Punk Metal denominados Tristes Mas Contentes, tinha a vida perfeita, amigos perfeitos, namorada perfeita, mas um dia tudo mudou. Descobri que a namorada afinal não era tão perfeita, assim como o baterista também não era um amigo tão perfeito. A partir daí passei a sentir-me cada vez mais melancólico, cada vez mais podre por dentro, cada vez mais vazio. O que escrevia agora em nada se comparava com o que noutros tempos escrevia.
Ao fazer 18 anos a banda separou-se. Uns foram para o norte, outros para o sul, e eu fiquei sem saber para onde ir, ou seja, fui trabalhar que é o destino que se dá aos indecisos. Ano seguinte já com experiência de trabalho e dinheiro na bagagem decidi aventurar-me no mundo da verdadeira música, no qual gastei todos os meus tostões e recebi milhares de “nãos” em troca. Fique completamente desolado. Ao voltar para casa completamente roto em todos os sentidos da palavra, o meu pai deu-me mais uma oportunidade de me recompor, mas avisou-me seriamente de que seria a última. Desta vez fui trabalhar para a metalúrgica da terrinha, onde passei a ser definitivamente o indivíduo mais metaleiro da zona. No entanto a vida já não era tão sorridente como no passado, e aos 27 anos as escolhas de alguém sem estudos superiores é cada vez menor por isso via-me condenado a viver eternamente na casa dos meus pais e a trabalhar indefinidamente naquela metalúrgica.
Um triste dia tempestuoso de Inverno veio abalar a minha vida. Trabalhava eu como em qualquer outro dia enquanto cantarolava umas músicas em growling, apesar do passar do tempo o desejo fervoroso de seguir carreira como growler ainda não tinha chegado ao fim, quando um acidente sucedeu naquela fábrica, acidente esse que me retirou em metade a força das cordas vocais. Fiquei então completamente destronado e destruído, vi todos os meus sonhos que ainda permaneciam estáticos estilhaçarem-se em frente aos meus olhos, ouvi o estridente som do romper das ambições no interior mais profundo dos meus timpanos e senti o brutal rasgar de músculos na minha garganta.
Invalido. Foi a única coisa que o meu pai soube dizer quando me viu no chão de terra batida à porta daquela fábrica e se não fosse a bondade de uma irmã da mão de um colega de trabalho teria permanecido lá por tempo indefinido.
Mas para que não fiquem mais confusos com a minha história vou passar a explicá-la.
Botas de biqueira de aço, calças pretas justas, t-shirt preta com o símbolo dos Misfits, colete de ganga escura, pulseiras de picos, coleira de picos, mohawk colorido, era esta a minha figura com 15 anos. Vocalista numa banda de Punk Metal denominados Tristes Mas Contentes, tinha a vida perfeita, amigos perfeitos, namorada perfeita, mas um dia tudo mudou. Descobri que a namorada afinal não era tão perfeita, assim como o baterista também não era um amigo tão perfeito. A partir daí passei a sentir-me cada vez mais melancólico, cada vez mais podre por dentro, cada vez mais vazio. O que escrevia agora em nada se comparava com o que noutros tempos escrevia.
Ao fazer 18 anos a banda separou-se. Uns foram para o norte, outros para o sul, e eu fiquei sem saber para onde ir, ou seja, fui trabalhar que é o destino que se dá aos indecisos. Ano seguinte já com experiência de trabalho e dinheiro na bagagem decidi aventurar-me no mundo da verdadeira música, no qual gastei todos os meus tostões e recebi milhares de “nãos” em troca. Fique completamente desolado. Ao voltar para casa completamente roto em todos os sentidos da palavra, o meu pai deu-me mais uma oportunidade de me recompor, mas avisou-me seriamente de que seria a última. Desta vez fui trabalhar para a metalúrgica da terrinha, onde passei a ser definitivamente o indivíduo mais metaleiro da zona. No entanto a vida já não era tão sorridente como no passado, e aos 27 anos as escolhas de alguém sem estudos superiores é cada vez menor por isso via-me condenado a viver eternamente na casa dos meus pais e a trabalhar indefinidamente naquela metalúrgica.
Um triste dia tempestuoso de Inverno veio abalar a minha vida. Trabalhava eu como em qualquer outro dia enquanto cantarolava umas músicas em growling, apesar do passar do tempo o desejo fervoroso de seguir carreira como growler ainda não tinha chegado ao fim, quando um acidente sucedeu naquela fábrica, acidente esse que me retirou em metade a força das cordas vocais. Fiquei então completamente destronado e destruído, vi todos os meus sonhos que ainda permaneciam estáticos estilhaçarem-se em frente aos meus olhos, ouvi o estridente som do romper das ambições no interior mais profundo dos meus timpanos e senti o brutal rasgar de músculos na minha garganta.
Invalido. Foi a única coisa que o meu pai soube dizer quando me viu no chão de terra batida à porta daquela fábrica e se não fosse a bondade de uma irmã da mão de um colega de trabalho teria permanecido lá por tempo indefinido.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Old Memories

No more this times
This drawing lines
All of this companionship
Where is all this friendship?
But sick of all
Sick of the lies
Sick of us
Our silent cries
Rainbows and butterflies
They shine and fly no more
Now it's time for demise
Moving on it's time for
One now, one later
Dying day after day
One now, another later
We're all fading away
Looking at a nice old photograph
Realising what's lost in the past
Writing one more paragraph
Compromising an existence that won't last
This drawing lines
All of this companionship
Where is all this friendship?
But sick of all
Sick of the lies
Sick of us
Our silent cries
Rainbows and butterflies
They shine and fly no more
Now it's time for demise
Moving on it's time for
One now, one later
Dying day after day
One now, another later
We're all fading away
Looking at a nice old photograph
Realising what's lost in the past
Writing one more paragraph
Compromising an existence that won't last
domingo, 7 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Biografia De Um Blog(ger)
Peço desculpa pela pouca qualidade tanto de imagem como de som
Espero que isto não tenha sido demasiado estúpido mas penso que há momentos em que é necessário para um pouco e fazer um "ponto de situação" para saber como evoluiram as coisas
Espero que isto não tenha sido demasiado estúpido mas penso que há momentos em que é necessário para um pouco e fazer um "ponto de situação" para saber como evoluiram as coisas
domingo, 24 de janeiro de 2010
Flutuando
Flutuando
Sentindo pernas e braços pairar
Flutuando
Não sabendo onde se irá parar
Flutuando
Não querendo mais que essa sensação
Flutuando
Como alguém que pede perdão
Flutuando
Decidido a partir
Flutuando
Mas com medo de fugir
Flutuando
Escapando da morte
Flutuando
Sentindo-se com sorte
Flutuando
Para o seu destino encontrar
Flutuando
Mas querendo voar
Sentindo pernas e braços pairar
Flutuando
Não sabendo onde se irá parar
Flutuando
Não querendo mais que essa sensação
Flutuando
Como alguém que pede perdão
Flutuando
Decidido a partir
Flutuando
Mas com medo de fugir
Flutuando
Escapando da morte
Flutuando
Sentindo-se com sorte
Flutuando
Para o seu destino encontrar
Flutuando
Mas querendo voar
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Fornicar De Mão Aberta
"E é mau ser o saco de vómito dos outros
Porque depois quem leva com as tuas lágrimas e lamúrias é a almofada"
A utilidade de um ser não passa apenas por ser um recipiente para a raiva alheia
É mais que isso, pouco, mas mais
As pessoas só tão lá quando é para estares lá com elas e para elas e não para estarem elas lá para ti, e tu vês que tudo é nada, e nada continuaa ser nada, mas quando dás por ti a pensar isto apercebes-te que nada és tu e tu és nada, assim sendo tudo para ti e nada para os outros. Quando alguém diz que és tudo é porque tráz água no bico, e sente que sem ti não é nada. Sentimento bonito esse, o amor, mas é sem dúvida interesseiro p'a caralho (sim, é mesmo)!
Amigos, amantes de segunda classe antes isso, tristes pobres coitados que não sabem o que fazer contigo, lembram-se e vão-te buscar quando "ah e tal, tou mal e és tão meu amigo"... tristes de nós que não sabemos o que havemos de fazer com eles, e portanto, seguimos em frente e caímos na esparrela, uma vez mais, de "ah e tal, então que se passa"... Um aqui, um agora, um depois, um sempre e um ás vezes, um contente e um feliz, um triste e outro que não existe...
Uma faca, dois gumes. Amizade, no bright side, only bright moments apagados e esquecidos pelo momento do "não estavas lá". Tristes pecadores caçadores de sonho, alegres parvinhos contentes de se serem, inimigos do ser do apóstolo prodigio, contemplados pelo brilhar de uma mítica estrela negra que brilha ao longe. Prostituição, e não nos pagam por isso.
Porque depois quem leva com as tuas lágrimas e lamúrias é a almofada"
A utilidade de um ser não passa apenas por ser um recipiente para a raiva alheia
É mais que isso, pouco, mas mais
As pessoas só tão lá quando é para estares lá com elas e para elas e não para estarem elas lá para ti, e tu vês que tudo é nada, e nada continuaa ser nada, mas quando dás por ti a pensar isto apercebes-te que nada és tu e tu és nada, assim sendo tudo para ti e nada para os outros. Quando alguém diz que és tudo é porque tráz água no bico, e sente que sem ti não é nada. Sentimento bonito esse, o amor, mas é sem dúvida interesseiro p'a caralho (sim, é mesmo)!
Amigos, amantes de segunda classe antes isso, tristes pobres coitados que não sabem o que fazer contigo, lembram-se e vão-te buscar quando "ah e tal, tou mal e és tão meu amigo"... tristes de nós que não sabemos o que havemos de fazer com eles, e portanto, seguimos em frente e caímos na esparrela, uma vez mais, de "ah e tal, então que se passa"... Um aqui, um agora, um depois, um sempre e um ás vezes, um contente e um feliz, um triste e outro que não existe...
Uma faca, dois gumes. Amizade, no bright side, only bright moments apagados e esquecidos pelo momento do "não estavas lá". Tristes pecadores caçadores de sonho, alegres parvinhos contentes de se serem, inimigos do ser do apóstolo prodigio, contemplados pelo brilhar de uma mítica estrela negra que brilha ao longe. Prostituição, e não nos pagam por isso.
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