segunda-feira, 30 de abril de 2012

Dá-me a mão e vamos passear

(Foi por ouvir esta música que iniciei esta escrita, agradecia que quem a lesse fizesse o mesmo. Obrigado)
Por acaso é bastante engraçado quando, ás vezes, vamos dar uma volta nos campos da memória, ver imagens do passado, filmes do que já aconteceu. Por vezes o que mais nos apetece dizer é "para a próxima fico-me por ler o livro", mas não teria a mesma piada, não teria sentido sequer. Ao jogarmo-nos de cabeça é que nos podemos aperceber de que se calhar não estamos a fazer o que seria preferível. Mas enfim, chegamos a um ponto em que julgamos que a vida a bela, depois olhamos para trás... e constatamos que, de facto, a vida é bela, nós é que temos a terrível mania da complicar, maior parte das vezes pelo que passou ou pelo que ainda vai passar, mas quanto ao futuro ainda temos o desconto da incerteza, agora o que ficou lá atrás, lá atrás está, não há muito que se possa fazer. Como por exemplo, já não posso mudar o facto de ter começado a escrever este texto, posso apagá-lo sim, mas isso não significa que não o tenha escrito, possivelmente ainda ficaria mais revoltado a pensar que o deveria ter escrito até ao fim e até mesmo publicado.

(Caso a música anterior ainda não tenha acabado, aprecie-la. Quando o silêncio estiver instalado, por favor, oiça esta. Obrigado)
Meia dúzia de frases sem dizer nada depois, a bottom line da coisa é que é o Passado que nos faz naquilo que somos, se gostaríamos de mudar algo temos de ter noção de que mudaria praticamente tudo. Assim que a poeira assenta é fácil olhar para trás e, não digo rir, mas sorrir com as coisas, ver o que aprendemos, e, sinceramente, dá-me vontade de dar abraços às pessoas que encontrei pelo caminho. Umas posso, outras não. Umas devo, outras não. Umas seria um abraço forte, sentido, e até mesmo com lágrimas nos olhos, outras seria um abraço sem força, sem vontade, sem motivo, sem tudo aquilo que faz de um abraço um abraço.
Um beijo ao meu passado, e um obrigado por me ter feito em quem sou hoje.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Desafio

Pequeno grande desafio, corrigir todos os erros no texto seguinte:

Iço das peçoas dizerem cos jovens nãm sabem escrever é tudo muito bonito mas nãm tem muinta curespondensia com a rialidade. Primero porqe escrevemos com forme no zé em si nado, depois porqe nãm fas mal cuando no zenganamos, qer tenhamos boas ou más cõmpuzissões paçamos sempre dano, logo a partir daí tamos relachados. E mais, vemos eros em tudo cuanto é sítio, principalmente nos oregãos so cumunicassão çossial, como a tevê e os jornais, já para nãum falar na publissidade.

Depois à tamém a maneira como ençinão o abêcêdário, eu sêmpre aprêndi qe o gê é gê e não jê, eu digo qe tenho um gato, não tenho um jato. Otra, eu poço fazer um pacto com o diabo, nãum é um pato, pato é com aros. Abrão o zolhos e vejão o mal qe tão a fazer agente.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Novo Website

É hoje inaugurado e mostrado ao mundo o novo website que eu, em conjunto com mais 4 amigos temos estado a trabalhar para desenvolver, site esse que podem visitar ao carregar aqui!
É simplesmente um site onde colocamos algumas reviews, ou fotografias, ou músicas, ou simplesmente aquilo que quisermos, no fim das contas o site é nosso!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Big Mash Potato Update

E escrevo esta mensagem precisamente no momento em que o relógio marca 00:00

Dentro de poucas horas a nova página vai estar virada, e a vida de um alentejano em Lisboa armado em survivor começa. Mas antes um pequeno ketchup!

Já passou a marca dos 14 meses e ainda dura, se bem que pouquinho, a fase de recuperação da operação a que fui submetido para a remoção de um sinus pilonidal, e as Crónicas de um Sem-nalga ainda correm! Tristeza, mas desde que não volte ao mesmo tá-se bem.

Depois, temporada no Verão a trabalhar in Algarve, ya, dois mesitos em terras de sul de Portugal a vender tabaco para ver se o país encolhe em população, sem esquecer do jornalito com as notícias fresquinhas nos dias quentes!

Provas da ESTC, fui à fase de pré-selcção, passei à la rasquinha mas por motivos de força maior não pude realizar as de selecção. Better luck next year mo-fo|

E assim se faz um resumosito dos últimos meses, a partir de hoje é viver em Lisboa, e dar-lhe no duro!

Oh! já me olvidaria de uma das coisas mais fantásticas deste período! O lançamento da minha primária obra literária (sim isso mesmo) de teor poético (leram bem sim) que incluí poemas dos que aqui vos apresento. O lançamento está para breve, esperem por novidades nas próximas semanas!

Com carinho me despeço, e bom dia, boa tarde, ou boa noite consoante a hora em que me estiverem a ler ;)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Perras, Guillermo Ríos (2011)

Um filme estranho que fala acerca de não se sabe bem o que, nem como e muito menos quando. É um daqueles filmes que só no fim as coisas fazem sentido, mas até aí tudo bem, agora nem no fim as coisas fazem sentido! Claro, percebe-se a ideia do filme, mas há demasiada coisa, maior parte desnecessária! Salvava-se uma hora e meia dizendo logo que personagem “x” faz isto, e pronto, hora e meia de filme em cinco minutos. Mas também não quero passar a ideia de que ficaria melhor como curta (se bem que ficaria). O melhor deve ser ver a peça de teatro na qual o filme é baseado (há muita coisa que gostaria de ver como fazem em palco, a não ser, claro está, que não apareça no original!). Não recomendo o filme a quem não goste de filmes demorados, com pouca acção. Não recomendo o filme a quem se impressione facilmente e não tão facilmente mas ainda assim um pouco de forma simples. Não recomendo o filme a quem não goste de perder tempo. Não recomendo o filme a quem seja homem ou mulher, maiores ou menores de dezoito anos. E Principalmente não recomendo o filme a quem não goste de ficção espanhola. Ideia geral, não recomendo o filme a não ser a curiosos, a muito, muito curiosos (e mantenham em mente que a curiosidade matou o gato). Devo ter ouvido “pinche” e “puta” mais vezes que em toda a minha vida (e já não foram poucas as vezes que as ouvi, especialmente a segunda). Não querendo ser totalmente mau, há uma ou outra coisa interessante, mas não sei porquê não me recordo… De 0 a 10, 3 é justo.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

0% Hilariante

Inauguro assim uma nova categoria neste blog, "0% Hilariante", onde colocarei coisas que ninguém vai querer ver. Abro a primeira entrada com não uma, mas duas coisas que vos vão fazer reclamar pelo tempo perdido.


Hang In There by ~OnishiHakuma on deviantART


Conversa Entre Caninos by ~OnishiHakuma on deviantART

E de onde estas vieram muitas mais hão de vir! MWAHAHahah...ahahah...ah...ah...

domingo, 8 de maio de 2011

Mutante Lacrimoso - O Culminar Da Contradição


Um projecto que quer expandir horizontes e conquistar ouvintes, algo que os curioso não vão querer perder e quem odei não vai deixar de criticar! Para acabar com as dúvidas basta clicar no link e seguir as instruções! -> LINK

sábado, 9 de abril de 2011

Uma Letra Vale Mais Que Mil Palavras

Cheguei tarde e a más horas
Aniquilei qualquer sentido de responsabilidade
Tentei escapar à minha seriedade
A esperar alguma felicidade
Reneguei o que sabia ser certo
Intriguei-me acerca do feito
Não esperei qualquer compreensão
Aonde fui fui em vão

Assim peço pelo perdão
Mesmo sabendo que o não terei
Ontem era um dia diferente
Temos muito que ter em percepção
E ainda assim nada é sem um senão

sábado, 19 de março de 2011

Tantas Tangas

O fumo do tabaco faz as ideis aparecer
O alcoól da bebida gaseificada transforma o ar numa droga
As almas que rodeiam o morto tornam-se facas e objectos de assassínio
Da mesma forma que o morto jaz imóvel

Indivíduos Contemporâneos, Números Grandes Aos Milhares

Os erros são formas de aprendizagem. Certo.
As aprendizagens são parte do ser uno. Certo
A essencia não aparece do nada. Correcto.
A imaginação trata-se de mera inexperiência. Semi-verídico.
Um indivíduo nada mais é que um número. Errado.
Cabe ao próprio indivíduo permitir que tal aconteça, pois apenas se se esforçar é que tal acontece, porque mesmo que não em grande quantitade, há contemporâneos para os quais o indivíduo é mais que um número, e o número desses indivíduos é tão grande quanto o de contemporâneos.

Aldeia Das Sombras

Aldeia antiga e histórica
De contos e fabulas cantada
Escondida entre a serra e a planície
Um vale roto e esquecido
Uma triste consequência geográfica
Vítima de maravilhosas catástrofes
Tecnicamente esporádica
Casa de deliquentes
Poderosos e descontentes
Senhores do nada

Complicações vividas despreocupadas
Cabelos brancos ganhos em vão
Na demência de uma ilusão
No caminho custoso de um ser caminhante
Uma luz que brilha mas não guia
Um final de linha encoberto na penumbra
Uma ilha longe de tudo
A aldeia das sombras

segunda-feira, 7 de março de 2011

Reviews E Let's Play(s)!

É com gosto que vos trago hoje dois pequenos embriões.
O primeiro trata-se de uma serie de reviews a jogos do sucesso sociovirtual facebook, podem clicar aqui e procurar a Lista de Reprodução denominada "Playing facebook".
Em seguida, e também ainda no começo, sugiro-vos uma serie de Let's Play (abreviado LP) onde podemos ver jogos nostálgicos jogados de uma ponta à outra, basta carregar aqui e escolher o que mais vos agradar.
Deixo-vos aqui os primeiros episódios de ambas as series:

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Crónicas De Um Sem-Nalga: Still Nisto



Pois, e ao fim de, sensivelmente, sete meses e meio ainda aqui ando. Há já três que "tá quase" e agora "ah, isto abriu mais um bocadinho". Enfim, é apenas mais um de inúmeros contratempos.
Be cool.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cavaleiro De Armadura De Papel

Será que tudo o que vivi não foi um sonho?
Será que na minha cama era eu quem repousava?
Será que dentro daquela carapaça a minha pessoa se encontrava?
E será que era eu aquele cavaleiro de armadura de papel?

Será que a morte não é apenas mais um sonho?
Será que o meu espírito não se cansou e se escondeu?
Será que o filme da minha vida quem o realizava era eu?
E será que na vida cumpri o meu dever?

Ou será que deixei montes desmoronar?
Princesas perecer e mares secar?
Amigos partir e desconhecidos ficar?

Quando será que o Ceifeiro aparece?
Será por acidente ou por prece?
E questionar-me-à tanto quanto eu?
Ou levar-me-à silenciosamente para o silêncio eterno?

Desde já me silencio
E por ele espero
Desfaço da minha vida o fio
E espero
Por aquilo que não quero

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pontualidade Portuguesa

Este já tem algum tempinho, mas apenas agora me voltei a deparar com ele e decidi partilhá-lo.


10.40 era a hora
10.38 a saída
Antes dela já estava cá fora
E segui rumo à vida

No local até às 11
Na rua antes delas
Obtenho medalhas de bronze
Devido a estas esparrelas

domingo, 19 de dezembro de 2010

Scott Pilgrim Vs The World - The Movie (Review)

O mundo é contra ele, e ele contra o mundo. Scott Pilgrim é um rapaz de 22 anos que vive num pequeno sítio com o seu, sempre presente e extremamente comunicativo, amigo gay e faz músicas na sua banda “Sex Bob-Omb”.

Um filme recheado de referências a jogos, algo que deliciará todo aquele que se considere um geek orgulhoso, e após a visualização deste bocado de arte irão sentir-se ainda mais orgulhosos! A história do filme é simples, para conseguir ficar com Ramona Flowers, Scott terá de vencer sete pessoas com poderes especiais com as quais Ramona já namorou. Não será tarefa fácil, e Scott levará porrada como nunca imaginou, no entanto, será isso o suficiente para Scott desistir do amor?

Não faltam os clichés e os hábitos que estamos habituados a ver em filmes (e em jogos!) sempre tratados e utilizados da melhor maneira.

Como pontos altos no filme temos as inúmeras referências aos jogos das décadas de 80 e 90, o humor sempre presente que provoca o riso constante (realço pessoalmente as referências ao veganismo e a cena a la Soul Calibur, em que Astar…Ramona e Iv…Roxy coreografam uma batalha merecedora de, mais um entre os diversos durante toda a metragem, geekgasm) e a banda sonora que não desilude.

Os pontos mais fracos dependem dos gostos de cada um, ou seja, não há nada de mais a apontar.

Um filme que agrada a Gregos e Troianos, dos 8 aos 80 e que será especialmente acarinhado por nerds, geeks, e simples nostálgicos.

E tu? Eras capaz de derrotar sete ex’s apenas por aquela pessoa?

*Esta review encontra-se traduzida em inglês no deviantART, no clube MMOdA (clube que recebe arte acerca de todo o género de videojogos, não deixem de visitar!)*